MESSIAS, Rosilene F. Rocioli
É inegável a importância do pai na vida criança.
Sabe-se que na contemporaneidade as composições familiares são variadas (famílias compostas por mãe solo, avós com o papel de mãe e pai, casais homoafetivos, primos, filhos de segunda e terceira união, filhos adotivos, famílias sem filhos, etc.) Contudo, todas são famílias e as crianças que as compõem necessitam que aqueles que estão representando a figura paterna cumpram o seu papel a fim de auxiliar a criança a desenvolver-se bem.
Observa-se que não é possível que apenas uma pessoa consiga exercer com eficácia, ou seja, sem prejuízos, todos os papéis que compõem uma família. Uma mulher não deixará de ser mãe por buscar transcendência profissional e ser competitiva em seu campo de trabalho, mas é preciso que ela compreenda a sua função primeira que é ser mãe já que optou por engravidar-se. O homem também não deixará de sê-lo quando compreende que, para além do sustento, deverá auxiliar nos afazeres domésticos e nos cuidados com os filhos. Já que a sua opção também foi por ter filho e constituir família.
A família tem um papel fundamental na construção de uma sociedade equilibrada, sustentável e justa. E para a criança, a segurança para que a levará a desenvolver-se plenamente nos aspectos: físicos, emocionais, cognitivos e sociais.
Considera-se também que um pai deve participar ativamente na criação de seus filhos. Esse papel inicia-se ao planejar a vinda do futuro filho, o acompanhamento do pré-natal da sua companheira e estar presente na hora do parto e logo após durante toda a vida do filho.
É fato que a presença do pai na primeira infância do seu filho faz bem a criança e a ele também.
Estar presente como o protetor e dividir os cuidados coma mãe em relação ao bebê (dar banho, fazê-lo arrotar, dormir, trocar fraldas, fazer as tarefas domésticas, etc.) são de suma importância para o bem estrar familiar, pois acalma a mãe e o bebê e fortalece os vínculos de todos.
É o pai que traz a razão para esse momento que a mulher está “regredida” devido a “simbiose” que ocorre entre ela e o seu bebê.
O pai ainda deve: brincar, contar histórias, cantar músicas, etc. para os eu filho.
É o pai que traz a razão para esse momento que a mulher está “regredida” devido a “simbiose” que ocorre entre ela e o seu bebê.
O pai ainda deve: brincar, contar histórias, cantar músicas, etc. para os eu filho.
Portanto, ser um pai presente é realmente se importar com a criança e sua mãe, a final esta ação promoverá autonomia na criança que começa a perceber que a vida é composta por outras pessoas além dela e da mãe, auxiliando assim, na evolução gradual da dependência inicial da mãe. Mesmo os filhos não biológicos utilizam o pai como referência para ocorrer a autonomia.
Ainda que o tempo seja escasso, este deve ter qualidade, pois a relação é influenciada pela convivência, formando memórias afetivas, sendo uma experiência mutua de aprendizado e lazer.
Por fim, como podemos observar, a figura paterna é de grande importância para o desenvolvimento infantil, a paternidade é mais que gerar um filho e/ou deixar um legado, é colo que acolhe, e limite posto, é se fazer presente, é educar para a vida em sociedade e para “vida além da vida”.




